Dedicado a quem gosta de poesias. Escrevo o que bate ao coração, que surge no estado de alma... emoção.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
O outro dia
A noite se dissolveu com os primeiros raios.
O corpo ao lado, exaurido pelo prazer,
Desperta sonolento no lençol sobre o colchão.
A doce ilusão que o encontro se repetiria
Foi-se no decorrer do dia,
Na estrada que se perdia no campo da visão.
Tomou o vazio como o seu alento
Pois dentro de si, sabia,
Que daquela boca tão cedo não ouviria
Palavras quentes de amor.
Com o tempo se acostumou
A não ter consigo aquela imagem
Do sorriso-meninice, perdido no quarto,
Atrelado a outro corpo, exalando paixão.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
DA FUGACIDADE DO MOMENTO
Há pessoas que surgem em nossas vidas
Rouba-nos um sorriso, um abraço,
E no embaraço de um momento,
Desaparecem no acaso, deixando-nos ao relento.
Pessoas que nos mostraram num segundo
O quanto belo poderia ser o mundo
E que, no entanto, se diluem nas estrelas
Mesmo que em suas certezas incertas
Fossem apenas promessas de reencontros.
Por que elas fogem, desaparecem, escondem-se?
Nossos corações e mentes não conseguem isso alcançar,
Pois tão frágil é a fé nas pessoas, nesse ato de acreditar,
Que somos iludidos nesse frívolo encantamento.
Então, começamos uma busca desconexa e de radar
Nas ruas, praças, baladas, mercados e bares
Procurando em cada olhar, o olhar de encanto
Que nos propiciou fugazes momentos de felicidades.
Percebemos que a perenidade do encontro
É mera projeção de nossa mente sedenta
De minutos de prazer, carinho, amizade,
Marcados pela sensação do eterno enquanto dure.
domingo, 13 de julho de 2014
Os ensinamentos da Copa
A Copa do Mundo do Brasil
chega a seu fim, entre vitórias e uma fatídica derrota, ficou a certeza de que
o país tem condições sim de sediar grandes eventos, mas é preciso se preparar
seus atletas/elencos de uma forma melhor para não ser vexatória sua atuação.
Muito mais que estádios, acessos e aeroportos, é preciso dar condições de
preparação técnica para saber vencer a ansiedade, a adversidade e obter grandes
resultados.
O povo brasileiro, de certa
forma, deu sua contribuição acreditando num sonho, recebendo bem os turistas,
incentivando seus atletas. Ele fez a sua parte, porém todos esperavam
mais. Todos queriam ver brilhar a
seleção e a derrota para a Alemanha deixa uma reflexão de que algo está errado
no futebol brasileiro e que outras seleções se aperfeiçoaram e a nossa ficou
aquém do desejado. O que parecia ser a melhor de todas as copas, para os
brasileiros foi a pior de todas as participações.
Mas a vida segue. O trabalho
continua. A rotina vai tomando conta de nossas vidas e a gente se esquece dessa
triste partida, visto que a vida é feita de vitórias e derrotas em todos os
sentidos. Daqui a pouco nossos olhares se voltarão para os candidatos à
presidência da República e às câmaras estaduais e federais; e o fiasco da
seleção na semifinal vai ser reflexo nos votos.
Dentre tantos projetos
essenciais para a população brasileira, é preciso fomentar a cultura, assim
como o esporte, para obtermos melhores resultados em nossas participações em
grandes eventos. Ou até mesmo em pequenas
ações municipais ou regionais, sempre com a qualidade que o espectador merece.
O
protagonismo cultural
Na área artística, o Governo
Federal tem o programa “Cultura Viva”, ele surgiu para fortalecer o
protagonismo cultural na sociedade brasileira, valorizando as iniciativas artísticas
de grupos e comunidade, e também ampliar os acessos aos meios de produção,
circulação e fruição de bens e serviços culturais, e tem por base os Pontos,
Pontinhos e Pontões de Cultural. Em todo o Brasil são mais de 3034 iniciativas
conveniadas.
O Programa é financiado por
recursos do Governo Federal e dos parceiros públicos e privados, por meio de
convênios, bolsas ou prêmios concedidos através de chamamento público.
Seus objetivos são:
• Reconhecer iniciativas e entidades culturais;
• Fortalecer processos sociais e econômicos da
cultura;
• Ampliar a produção, fruição e difusão culturais;
• Promover a autonomia da produção e circulação
cultural;
• Promover intercâmbios estéticos e interculturais;
• Ampliar o número de espaços para atividades culturais;
• Estimular e fortalecer redes estéticas e sociais;
• Qualificar Agentes de Cultura como elementos
estruturantes de uma política de base comunitária do Sistema Nacional de
Cultura.
Pontos de
Cultura
No
sul do Estado, somente duas cidades possuem Ponto de Cultura: Guaçuí e
Cachoeiro de Itapemirim. Esta tem a Escola de Teatro “Darlene Glória”,
funcionando no Círculo dos Operários, próximo a Casa dos Braga. Já em Guaçuí, o
ponto é comandado pelo Grupo “Gota, Pó e Poeira”, com o Projeto “Guaçuí Em
Cena”, tendo aula de teatro, dança e música. Tudo gratuitamente. Essas ações já estão no terceiro ano, e tem
conseguido formar atores e técnicos que já podem atuar no mercado de trabalho,
como é o caso do espetáculo “A incrível
história de um homem que vendeu sua alma ao diabo e quase perdeu seu grande
amor”, que foi apresentado recentemente em Dores do Rio Preto.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
A INTOLERÂNCIA NO TEATRO E DANÇA
Recentemente o espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu”, de
Carlos Alberto Soffredini, foi encenado nos palcos de Guaçuí e mostrou uma cena
que era comum nos anos 70: uma solteirona (Dona Virgínia), encantada pelo teatro,
explica a Aleluia Simões, dona do circo, porque não fazia teatro e a visão da
família sobre quem faz teatro. Bom, não é preciso detalhar a classificação dada
pela personagem aos profissionais da área, na concepção da época, no entanto
ela acabou se rendendo a arte e fazendo parte daquela companhia ficcional.
Mas, passados 40 anos da
obra escrita, por mais moderno que seja o novo milênio, algumas pessoas e
instituições continuam com seu pensamento retrógrado, generalizando pessoas,
discriminando profissões. Atores e bailarinos sofrem na boca do povo, que
parece mais se preocupar com a vida alheia do que exercer o seu ofício, e pouco
produz, principalmente se quem fala atua também na cultura ou está envolvido em
determinadas religiões.
Há poucos dias, deparei-me
com uma cartilha de determinada religião que proibia seus fieis de frequentarem
teatro, pois é um “antro” de perdição. Também soube sobre opinião de
determinada pessoa com certa influência na cidade, dizendo que era um absurdo
que adolescentes fizessem aulas de teatro. Bom, o “pecado” pode estar em
qualquer lugar, entre os membros de uma igreja ou em outras profissões, não
poupando comerciantes, professores, escritores, advogados, engenheiros ou
qualquer
pessoa que seja. Vive-se hoje uma era de pessoas com mentes mais
abertas, capazes de enxergarem a igualdade dos gêneros, e as várias
possibilidades de uniões e se Deus criou suas leis, criou também o livre
arbítrio. Só ele pode julgar.
No entanto, o mais assustador
sobre essas opiniões, é que muitas vezes vêm de apoiadores da cultura; pessoas
que se dizem intelectuais e dentro de um ciclo artístico. Então, como a pessoa
pode ocupar determinados assentos se são hipócritas e discriminadoras? A
religião e a literatura foram feitas para unir, agregar, conscientizar e
acolher e não julgar por seus próprios meios, sendo ela elemento desagregador.
Ou então... é uma dor de cotovelo, usando a linguagem conotativa, por não ter
alcançado outros patamares.
O
Tratador de Estrelas
Seguindo a linha de que a
literatura pode agregar e não separar, Wilma Belfort, escritora do Rio de
Janeiro, produziu um belo texto para o jovem ator Fábio Aiolfi interpretar e
que estreia nos palcos de Guaçuí. Sua fonte de inspiração foi o texto escrito
há um pouco mais de 70 anos e o segundo livro mais lido no mundo, “O pequeno
príncipe”, do escritor francês Exupèry. As belas mensagens e personagens do
livro são condensadas no personagem Plínio que revisita sua vida e tenta buscar
novos caminhos. Quem já leu a obra vai identificar sentimentos e ações na
montagem, com referências de personagens como a flor, o geógrafo, o contador de
estrelas, a raposa, a serpente, o acendedor e o aviador.
As apresentações acontecem
em Guaçuí nos dias 05 e 06 de abril, às 20 horas, no Teatro Fernando Torres, e
depois segue para o Rio de Janeiro, no Teatro Henriqueta Brieba, também às 20
horas, no dia 10 de abril.
quinta-feira, 27 de março de 2014
O TEATRO CAPIXABA EM ALTA
27 de março, Dia Mundial do Teatro. Ele foi
criado em 1961, pelo Instituto Internacional do Teatro (ITI), data da
inauguração do Teatro das Nações, em Paris, sendo uma forma de fazer refletir
sobre essa arte e na sua importância no contexto histórico, afinal ele existe
desde a era primitiva.
O marco principal do surgimento do teatro
foi a reunião de um grupo de pessoas em torno de uma fogueira, para se aquecer
do frio e ali contar os fatos ocorridos durante o dia. A representação existe
desde os tempos primitivos, quando os homens imitavam os animais para contar
aos outros como eles eram e o que faziam, se eram bravos, se atacavam, ou seja,
era a necessidade de comunicação entre os homens, e isso se projetava em suas
sombras.
As homenagens aos deuses também favoreceram
o aparecimento do teatro. Na época das colheitas da uva, as pessoas faziam
encenações em agradecimento ao deus Dionísio (deus do vinho), pela boa safra de
uvas colhidas, assim, sacrificavam um bode, trazendo para a comemoração os
primeiros indícios da tragédia.
Para comemorar o Dia do Teatro, a Federação
Capixaba de Teatro realizou em Baixo Guandu, com apoio da Secretaria de Estado
da Cultura, o VII Festival Capixaba de Teatro e lá reuniu grupos e companhias
de todo o Espírito Santo, que mostraram desde performances a comédias e
tragédias, em variadas linguagens. É um festival que renasce das cinzas.
A participação do Sul do Estado
Do Sul do Estado quatro montagens estiveram
participando. De Cachoeiro, o Grupo Ela
de Teatro encenou “A tímida luz de velas”,
texto de Milson Henriques – consagrado escritor capixaba, que mostra as mazelas
de duas velhas senhoras recordando seu passado. Também de Cachoeiro, com
parceira de Guaçuí, o Grupo de Teatro Anônimos encenou “A Culpa”, baseada na obra de Franz Kafka intitulada “Carta ao Pai”,
na interpretação de Luiz Carlos Cardoso.
De Divino de São Lourenço, o Circo Teatro
Capixaba levou para aquela cidade do norte do Estado o espetáculo de rua “Pé de que tem”, numa montagem que reúne
cortejo, poesia, teatro de rua e manifestações populares. O espetáculo conta
com interferências populares, assim como eram as procissões dionisíacas.
Liderados por Willian e Ananda, a trupe puxou as atividades comemorativas do
Dia Mundial do Teatro.
Guaçuí em cena
Em comemoração aos seus trinta anos, o
Grupo “Gota, Pó e Poeira” levou àquele festival a montagem “A saga amorosa dos amantes Píramo e Tisbe”,
numa adaptação livre da obra de Shakespeare. Foram duas sessões repletas de
muito riso, que cativaram o público da cidade de Baixo Guandu, e muitos
assistindo pela primeira vez a um espetáculo teatral. As sessões ocorreram
dentro da sede da cidade, numa lona de circo, e outra no interior, na
comunidade rural Km 14.
Ainda comemorando o Dia do Teatro, a companhia guaçuiense trocou de malas e figurinos e viajou para o Paraná onde encenam “Estórias de um povo de lá” e “Bumba meu boi”, até o dia 31 de março, nas mostras Fringe e ES EM CENA, dentro do Festival de Teatro de Curitiba, um dos mais importantes do país.
segunda-feira, 10 de março de 2014
O que fica do Carnaval
O carnaval chegou ao fim e a
ressaca da quarta feira de cinzas foi a tônica nos ambientes de trabalho.
Muitos reclamaram em voltar às atividades profissionais, logo após do almoço,
para dar continuidade aos afazeres e projetos, mas a vida segue seu curso, e em
ritmo acelerado como nas homenagens ao Senna na “Unidos da Tijuca”, campeã do
carnaval carioca. E de outro lado, já em São Paulo, o sambódromo de lá parou em
ritmo de procissão para edificar a fé com a “Mocidade Alegre”. Muitos gostariam
ficar parados, descansando para a quinta-feira, no ritmo de quaresma.
Já em Guaçuí não houve escola
vencedora, e sim a comunidade que viu renascer das cinzas o seu carnaval com
escolas de samba. Os blocos se reuniram e trouxeram para avenida alas completas
com baianas e passistas; ala de crianças; carros alegóricos; comissão de frente;
mestre sala e porta bandeira; rainha e madrinha junto à bateria. E como
reiniciar sempre é mais complicado, é um começo que pode gerar bons frutos,
principalmente quando os foliões, além de vestirem as fantasias, colocarem mais
empolgação e samba no pé, e brincar na avenida, principalmente inspirado
naquele cordão que segue a escola no término do desfile. Mas isso já é para o
próximo ano!
Como destaque teve o retorno de
Geralda, antiga porta-bandeira de tradicionais escolas de samba de Guaçuí, como
um dos pontos altos. Ela, com a elegância de sempre, soube conduzir o pavilhão
da “Unidos” no desfile na Marechal Floriano. Outro bom momento foi a
participação do Ballet Guaçuí na comissão de frente, sob o comando do professor
Glheison Ricardo. Mesmo com pouco tempo de ensaio, já demonstram que
criatividade não vai faltar se a proposta desse carnaval tiver continuidade.
Dia Internacional da Mulher
No dia 08 de março, em todo o mundo, é comemorado o Dia Internacional da
Mulher, sendo uma reflexão sobre a luta de operárias que deram suas vidas em
busca de conquistas profissionais. Nesse dia, em várias partes do país e de
outros continentes, mulheres estarão sendo homenageadas por serem destaques em
suas respectivas áreas. E é isso que a Câmara Municipal de Guaçuí se propôs a
fazer, nesta data, em sessão solene, destacando senhoras que de uma forma ou
outra contribuem para o desenvolvimento de nosso município. São mulheres
guerreiras, dedicadas, generosas, competentes, líderes, que tornam a vida
melhor para muitos de suas famílias ou do ambiente de trabalho.
E nessa reflexão como não se lembrar do exemplo de vida de Emiliana
Emery, viúva e com sete filhos? Ela arregaçou as mangas, numa sociedade
machista da época, e foi trabalhar em profissões que eram de domínio masculino.
Foi padeira, alfaiata, hoteleira, doceira, entre tantas outras, e acabou se
destacando na política, sendo uma das pioneiras no voto feminino no Brasil,
partidária de imponentes vultos da história política do Espírito Santo e do
Brasil. Essa é uma história que deve ser contada em salas de aula na Região do
Caparaó, sem dúvida.
Parabéns, mulheres! Que a cada dia alcance mais o espaço merecido e que
sejam mais que o cantado nas atuais melodias brasileiras, pois são esteios –
cada vez mais – de suas famílias e de nossa sociedade.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Da poesia capixaba a Beatles
Conta a lenda que num reino não muito distante um
rei foi proclamado pelo povo disse que tudo faria pela cultura. O rei deposto
logo ironizou e disse que aquele rei só seria “da cultura” se fosse ela da área
agrícola. Esperto, o novo rei reuniu seus conselheiros e logo ordenou que todas
as obras interrompidas da área cultural fossem concluídas, e assim foi feito e
sua majestade se tornou um benfeitor da cultura em seu reino.
Mas o que é cultura? Genericamente a cultura é todo
aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a
moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo homem não
somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade como membro
dela que é.
Por outro lado, na visão do rei deposto sobre o novo
rei “cultivo da terra para a produção, e ainda hoje é conservado desta forma
quando é referida à cultura da soja, à cultura do arroz etc. “, conceito esse
vindo dos romanos com base na agricultura.
A cultura é também um mecanismo cumulativo porque as
modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, quando vai se
transformando perdendo e incorporando outros aspetos procurando assim
melhorar a vivência das novas gerações.
No sábado, dia 14, após o recital poético de Markus
Konká, no Teatro Fernando Torres, uma senhora me abordou no final do evento e
confessou estar emocionada, isso porque relembrou o período em que o poeta
Antônio Carneiro Ribeiro escrevia e declamava suas poesias, hábito cada vez
menor entre as novas gerações Mas vi isso em Portugal, em Gaia, em julho, com
entusiasmadas senhoras poetisas, ou modernamente, poetas. E foi emocionante. No
entanto, a poesia está relegada a uma parcela menor, mesmo com tantas
tentativas de sarais espalhados pelo Brasil.
E sobre essas transformações na cultura, como foi
internamente a reação de jovens diante do universo de Beatles, a ser
apresentado no dia 21, no Teatro Fernando Torres, em duas sessões? Fala-se que
a banda inglesa é atemporal, porém as novas gerações estão ligadas às letras
fáceis, de refrãos melancólicos ou com palavras de baixo calão; correu-se o
risco de alguns torcessem o nariz. Entretanto, há uma leva de pessoas que tem
adoração a esse grupo, que atravessa inúmeras gerações; então mesmo que alguém
torcesse o nariz, o evento foi um sucesso.
E voltando ao teatro, o espetáculo guaçuiense
“Estórias de um povo de lá” foi selecionado para o Projeto de Circulação da
Secult e vai ser apresentado em seis cidades capixabas. Uma das melhores
produções do Estado, pretende encantar ao público pela obra mítica e também
atemporal de Guimarães Rosa. Em breve divulgaremos as cidades contempladas. E
para fechar, estive no período de 19 a 22 de setembro no Piauí, acompanhando o
Festival Nacional de Teatro da cidade de Floriano. Nosso estado esteve presente
com a montagem “A Culpa”, adaptação do texto “Carta ao Pai”, de Kafka, com
atuação de Luiz Carlos Cardoso (de Cachoeiro) e sonoplastia de Neuza de Souza
(de Guaçuí). Um bonito trabalho do Grupo Anônimos de
Teatro que foi aclamado pelo público.
Sendo a principal característica da cultura o
mecanismo adaptativo que é a capacidade que os indivíduos têm de responder ao
meio de acordo com mudança de hábitos, mais até que possivelmente uma evolução
biológica, os trabalhos citados buscam uma evolução cultural. Evoé!
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